Somos dois e temos um terraço pequeno
Para duas pessoas, a prioridade deve ser frequência de uso e facilidade, não capacidade para uma festa ocasional.
Situações reais: pouco espaço, famílias, receber amigos, combinar equipamentos e modernizar zonas existentes.
Estas páginas não são fichas de produto. Partem de dúvidas concretas e mostram o que muda na utilização, com exemplos, limitações e próximos passos.

Para duas pessoas, a prioridade deve ser frequência de uso e facilidade, não capacidade para uma festa ocasional.
Uma família de quatro normalmente não precisa de uma cozinha exterior enorme; precisa de um equipamento que esteja pronto quando apetece usar.
Dimensionar tudo para o máximo ocasional pode tornar a cozinha demasiado grande no dia a dia.
Nem sempre é necessário demolir uma churrasqueira funcional para ganhar conforto e versatilidade.
Não precisa de abandonar o carvão. Muitas cozinhas funcionam melhor com um equipamento rápido complementar.
A questão não é substituir o gás; é acrescentar uma técnica que realmente vá usar.
Combinar combustíveis é útil quando não tenta fazer ambos os equipamentos gigantes.
Forno e grelhador complementam-se, mas ambos pedem espaço de manuseamento.
Se pizza não for uma utilização frequente, vale a pena procurar versatilidade e facilidade de arrumação.
Peixe varia muito entre filetes delicados, peixe inteiro e marisco; por isso a versatilidade de superfície conta.
Nenhum equipamento é 'sem limpeza', mas a rotina muda bastante entre superfícies e combustíveis.
Uma cozinha exterior pode ser um conjunto de peças coordenadas em vez de uma estrutura fixa.
O vento afeta conforto, fumo, estabilidade da chama e distribuição de calor.
Quanto maior a distância, mais valor ganham água, arrumação e superfícies de preparação no exterior.