O espaço útil não é apenas a soma das larguras dos equipamentos. É preciso conseguir preparar, pousar um tabuleiro quente, abrir tampas, circular e limpar. O ponto mais importante é evitar escolher por uma única característica. Numa cozinha exterior, espaço, frequência de utilização e forma de cozinhar pesam tanto como o equipamento em si.
O que isto significa na prática
Meça primeiro a frente útil contínua, não a área total do terraço. Este primeiro passo costuma alterar a decisão porque obriga a olhar para a utilização real e não para uma imagem idealizada da cozinha.
Reserve bancada livre junto do equipamento que usa mais. Na prática, o que parece um detalhe no desenho pode determinar se o espaço é cómodo todas as semanas ou apenas bonito quando está vazio.
- Uma composição curta e funcional costuma ser melhor do que uma bancada cheia de aparelhos.
- Considere portas, janelas, pilares e percursos entre casa e zona de refeições.
Numa frente de 240 cm, ocupar 180 cm com equipamentos deixa apenas 60 cm livres. Esses 60 cm podem ser suficientes se forem contínuos e estiverem ao lado do grelhador; três troços de 20 cm quase não funcionam como bancada.
Faça uma simulação muito simples com objetos reais: coloque um tabuleiro, uma tábua, dois pratos e as pinças sobre a área de bancada que pretende deixar livre. Abra portas e tampas e percorra o caminho até à mesa. Se tudo competir pelo mesmo espaço, o desenho ainda precisa de simplificação.
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Cozinhas exterioresChurrasqueiras encastráveis e fixasA escolha do equipamento concreto deve respeitar as respetivas instruções de instalação, utilização e segurança.