O melhor ponto equilibra convívio, circulação, calor, fumo e facilidade de servir. O ponto mais importante é evitar escolher por uma única característica. Numa cozinha exterior, espaço, frequência de utilização e forma de cozinhar pesam tanto como o equipamento em si.
O que isto significa na prática
Perto demais pode incomodar com calor, gordura e fumo. Este primeiro passo costuma alterar a decisão porque obriga a olhar para a utilização real e não para uma imagem idealizada da cozinha.
Longe demais transforma cada refeição num percurso constante. Na prática, o que parece um detalhe no desenho pode determinar se o espaço é cómodo todas as semanas ou apenas bonito quando está vazio.
- Garanta passagem livre entre quem cozinha e quem está sentado.
- Pense também no sentido habitual do vento.
Se a mesa fica a dois metros do grelhador mas fora da trajetória do fumo, cozinhar e conversar pode funcionar muito bem. A mesma distância a favor do vento pode tornar a refeição desconfortável.
Faça uma simulação muito simples com objetos reais: coloque um tabuleiro, uma tábua, dois pratos e as pinças sobre a área de bancada que pretende deixar livre. Abra portas e tampas e percorra o caminho até à mesa. Se tudo competir pelo mesmo espaço, o desenho ainda precisa de simplificação.
Já percebeu melhor o que faz sentido para o seu caso? Explore apenas as famílias de produto relacionadas com esta decisão.
Cozinhas exterioresA escolha do equipamento concreto deve respeitar as respetivas instruções de instalação, utilização e segurança.